Escolhido por Marcel van Hattem

Escolhi a enfermagem para cuidar das pessoas e, na gestão pública, aprendi a cuidar de uma cidade inteira. Agora, quero fazer isso por Dois Irmãos

Conheço a saúde por dentro. Fui prefeito de Ivoti por dois mandatos e aprendi que o dinheiro público só tem valor quando chega à vida das pessoas.

Agora, com o apoio de Marcel van Hattem, quero levar experiência, responsabilidade e capacidade de gestão para a Assembleia Legislativa.

Para isso, preciso do seu voto. Martin Kalkmann, Deputado Estadual, NOVO 30311.

Martin Kalkmann — Deputado EstadualNOVO 30311

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Martin Kalkmann ao lado de Marcel van Hattem durante uma agenda de campanha
Marcel e Martin durante uma agenda com a comunidade.

O candidato escolhido por Marcel

Marcel escolheu experiência de verdade

Minha amizade com Marcel van Hattem foi construída ao longo dos anos, em conversas sobre gestão pública, sobre os problemas dos municípios e sobre o futuro do Rio Grande.

Quando Marcel decidiu buscar alguém preparado para representar nossa região na Assembleia Legislativa, ele encontrou na minha trajetória uma combinação diferente.

Eu não comecei a vida pública dentro de um gabinete. Comecei na enfermagem, atendendo pessoas, conhecendo o SUS e convivendo com as dificuldades enfrentadas pelos pacientes, pelas famílias e pelos profissionais da saúde.

Depois, assumi a responsabilidade de administrar Ivoti. Como prefeito, precisei cuidar da saúde, da educação, das estradas, das obras, das contas públicas, dos servidores e do desenvolvimento da cidade.

Foi essa combinação que chamou a atenção de Marcel: conheço a saúde por dentro e já enfrentei as responsabilidades de administrar uma prefeitura.

Recebo o apoio de Marcel com gratidão e responsabilidade. Mas sei que esse apoio não substitui a minha história. Ele abre uma porta para que mais gaúchos conheçam minha experiência, minhas metas e minha maneira de trabalhar.

Marcel me apresenta ao Estado. Minha vida e meu trabalho mostram por que estou preparado.

Quem sou

Uma vida de trabalho, cuidado e responsabilidade

Sou enfermeiro, servidor público, pai, morador da região e ex-prefeito de Ivoti. Minha trajetória sempre esteve ligada ao cuidado com as pessoas e à responsabilidade de fazer o serviço público funcionar.

Primeiro, a enfermagem

Como enfermeiro e servidor concursado, conheci de perto a rotina do atendimento público. Trabalhei na saúde em Ivoti e também construí vínculos profissionais em Presidente Lucena.

Vi o esforço das equipes, a preocupação das famílias e o que acontece quando uma consulta demora, um exame não sai ou uma cirurgia fica parada na fila.

Cada fila tem pessoas e famílias esperando.

Martin Kalkmann em atividade ligada à saúde pública
Martin Kalkmann em agenda de trabalho durante sua gestão como prefeito de Ivoti

Depois, a gestão de uma cidade

Entrei na política ao aceitar o desafio de administrar Ivoti.

Fui eleito prefeito em uma eleição suplementar, em 2017, e depois reeleito para um novo mandato. Na eleição de 2020, recebi 8.884 votos, o equivalente a 74,06% dos votos válidos.

Na prefeitura, precisei transformar conhecimento técnico em liderança. Passei a cuidar do orçamento, das equipes, das obras, da saúde, da educação, do desenvolvimento econômico e de todas as decisões que chegam diariamente à mesa de um prefeito.

Foi ali que o enfermeiro também se tornou gestor. Aprendi que governar é ouvir, definir prioridades, organizar as equipes, acompanhar o trabalho e assumir a responsabilidade pelas decisões.

2

mandatos como prefeito

8.884

votos em 2020

74,06%

dos votos válidos

Uma experiência que continuou

Depois da prefeitura, tive uma passagem pela gestão da Saúde de São Leopoldo e retornei ao serviço público em Ivoti.

Voltei para perto do atendimento com uma visão ainda mais completa: conheço a saúde como profissional e compreendo a gestão como ex-prefeito.

Também percebi que muitos problemas não podem ser resolvidos por uma cidade sozinha. Uma cirurgia depende da rede estadual. Uma rodovia depende do Estado. Um investimento pode ficar parado pela burocracia. E muitos municípios pequenos ainda têm pouca força para serem ouvidos em Porto Alegre.

Foi por isso que decidi dar um passo adiante.

Martin Kalkmann em evento público com a comunidade

Por que quero ser deputado estadual

A vida acontece nos municípios. O Estado precisa ajudar a resolver.

É no município que a pessoa procura a escola, a unidade de saúde, a estrada, o transporte e o atendimento de que precisa.

Mas muitas das decisões que afetam essa vida são tomadas pelo Governo do Estado e pela Assembleia Legislativa.

Quero representar os municípios com a experiência de quem já esteve nos dois lados: atendendo a população e administrando uma prefeitura.

Como deputado estadual, vou propor leis, fiscalizar o Governo do Estado, acompanhar o orçamento e defender recursos para os problemas que realmente afetam a vida dos gaúchos.

Não vou prometer resolver tudo sozinho nem de uma hora para outra. O que ofereço é experiência real, responsabilidade e disposição para acompanhar cada problema até encontrarmos um caminho possível.

Boa gestão começa por ouvir a necessidade, definir o que é prioridade e acompanhar até a entrega.

Meu compromisso central

Fazer o dinheiro público chegar à ponta

Não basta anunciar um recurso. É preciso acompanhar para saber se ele realmente virou consulta, exame, tratamento, estrada, segurança ou oportunidade.

Quero trabalhar para reduzir a distância entre:

  • o diagnóstico e o tratamento;
  • o recurso anunciado e o atendimento entregue;
  • a obra prometida e a estrada recuperada;
  • a necessidade do município e a decisão tomada em Porto Alegre;
  • o empreendedor disposto a investir e a autorização para começar.

A saúde será minha causa principal. A boa gestão será o método. E o resultado na vida das pessoas será a medida do meu trabalho.

Plano de metas

Metas para 2027-2031

Minhas metas nasceram de problemas que conheci como enfermeiro, servidor público e prefeito.

Na Assembleia Legislativa, vou apresentar projetos, fiscalizar o Governo do Estado, buscar apoio para as mudanças necessárias e prestar contas à população.

SaúdeO cuidado precisa continuar até o tratamento

01

Quem decide o orçamento da saúde precisa conhecer o SUS

Vou defender uma proposta para que o governador responsável pelas despesas do Estado e os deputados que aprovam o orçamento da saúde não possam contratar plano privado enquanto exercerem essas funções.

Eles deverão utilizar o SUS ou pagar consultas particulares com recursos próprios.

Quem decide quanto será investido e como o dinheiro será usado precisa ter contato direto com o sistema que atende a maioria dos gaúchos.

02

Farmácia Parceira: medicamentos do SUS mais perto das pessoas

Quando fui prefeito de Ivoti, criamos o Farmácia Parceira para facilitar a retirada dos medicamentos gratuitos do SUS. Farmácias privadas credenciadas recebem o estoque público, conferem a receita, registram a entrega e dispensam o medicamento sem nenhuma cobrança ao paciente.

Quero levar essa experiência para todo o Rio Grande do Sul. A proposta é criar o Farmácia Parceira RS, com participação voluntária dos municípios e apoio do Estado por meio de modelos de credenciamento, sistemas de controle, orientação técnica e recursos para a implantação.

O programa não substitui a Farmácia Municipal. Ele amplia os pontos e os horários de retirada, podendo atender também à noite e nos fins de semana, conforme o funcionamento dos estabelecimentos credenciados. É o medicamento do SUS mais perto de casa, em mais horários e sem custo para o paciente.

03

Uma segunda referência de saúde para os municípios

Nenhum município deveria depender de apenas um hospital, equipamento ou serviço de referência.

Vou trabalhar para que os municípios tenham uma segunda referência para os principais atendimentos de saúde. Assim, quando um equipamento apresentar problema ou um hospital não puder atender, a população terá outro caminho.

Na prática, isso significa menos risco de interrupção do atendimento e mais segurança para pacientes e famílias.

04

Exames integrados pelo CPF do paciente

Quero criar um sistema estadual que reúna os exames laboratoriais e de imagem pelo CPF do paciente.

Com uma senha pessoal, o cidadão poderá acessar os resultados e apresentá-los ao profissional de saúde onde estiver. Tudo deverá respeitar a privacidade, a segurança dos dados e a legislação de proteção de dados pessoais.

Isso ajudará a evitar a repetição desnecessária de exames, reduzir custos e oferecer informações mais completas para a decisão dos profissionais da saúde.

05

Casas Regionais da Melhor Idade

O Rio Grande do Sul envelhece rápido: mais de 2,1 milhões de gaúchos têm 60 anos ou mais. A maioria dos nossos municípios é pequena e não teria escala para manter sozinha uma instituição pública de longa permanência.

Por isso proponho as Casas Regionais da Melhor Idade: unidades públicas e gratuitas formadas por municípios vizinhos em consórcio ou convênio, com apoio do Estado. Cada casa oferecerá moradia, alimentação, higiene, segurança, convivência, assistência social e enfermagem, com acompanhamento médico, psicológico e fisioterapêutico integrado ao SUS e ao SUAS.

A prioridade será para pessoas em situação de abandono, violência, negligência, sem suporte familiar ou em vulnerabilidade social. A implantação começará por casas-piloto em regiões prioritárias, com avaliação de demanda, custo e resultados antes da expansão estadual.

Envelhecer com dignidade não pode depender do tamanho do município, da renda ou de ter uma família capaz de assumir sozinha o cuidado.

Diagnóstico sem acesso ao tratamento não completa o cuidado.

Desenvolvimento econômicoO Estado precisa ajudar sem atrapalhar

06

Lotes licenciados para receber empresas

Muitos investimentos ficam parados porque uma empresa encontra um terreno, mas precisa esperar muito tempo pelas licenças necessárias.

Minha proposta é que o Estado identifique áreas adequadas, faça acordos com os proprietários e providencie previamente o licenciamento necessário. Depois, o lote poderá ser vendido à empresa interessada, com o retorno dos valores ao Estado.

Isso dará mais segurança para quem deseja investir, reduzirá a demora para começar uma atividade e poderá gerar mais empregos e renda. A implantação deverá respeitar as exigências ambientais, urbanísticas, financeiras e de transparência.

07

Fortalecimento do turismo

Vou defender uma atenção maior do Estado ao turismo.

O turismo movimenta hotéis, restaurantes, comércio, produtores locais, eventos e serviços. Para muitas cidades gaúchas, é uma fonte importante de trabalho e renda.

Quero ajudar os municípios a valorizarem suas atrações, tradições, produtos, festas e roteiros regionais.

08

Menos burocracia para trabalhar e investir

O poder público não precisa atrapalhar quem quer produzir, trabalhar e gerar emprego.

Vou defender a revisão dos processos e das exigências estaduais que provocam demora sem melhorar a segurança ou a qualidade dos serviços.

Isso significa menos tempo perdido, respostas mais claras e mais agilidade para cidadãos, empresas e municípios.

09

Nenhum imposto novo e nenhum aumento

Assumo o compromisso de votar contra a criação de novos impostos estaduais e contra o aumento dos tributos existentes.

É uma questão de respeito ao dinheiro de quem trabalha, produz, empreende e sustenta o Estado.

Estradas e mobilidadeMais resultado e menos cobrança

10

Nenhum novo pedágio

Sou contra a criação de novos pedágios.

Nos pedágios que já existem, vou defender valores mais equilibrados e uma padronização que considere referências mais justas, como as praticadas em Santa Catarina.

Quem precisa circular para trabalhar, estudar, produzir ou acessar serviços não pode ser penalizado por cobranças cada vez maiores.

11

Municípios poderão assumir trechos de rodovias estaduais

Muitas prefeituras já realizam roçadas, pinturas, iluminação e pequenos serviços em trechos de rodovias estaduais, mesmo sem receber os recursos necessários.

Minha proposta é permitir que os municípios escolham assumir esses trechos. Em contrapartida, poderão ficar com uma parcela entre 80% e 100% do IPVA para cuidar da estrada.

A adesão será voluntária e dependerá da concordância do município, de critérios técnicos e de regras claras para a utilização dos recursos.

Quem está perto do problema geralmente sabe melhor o que precisa ser feito.

SegurançaImpedir que o crime continue de dentro da prisão

12

Retirada de tomadas acessíveis aos presos

Vou defender a retirada das tomadas acessíveis aos presos dentro das unidades prisionais.

O objetivo é dificultar o carregamento de celulares utilizados para aplicar golpes, ameaçar vítimas ou transmitir ordens para criminosos fora dos presídios.

Essa medida não resolve sozinha o problema, mas cria mais uma barreira contra a comunicação ilegal e a continuidade dos crimes.

13

Proibir windbanners nas campanhas eleitorais

Escolhi fazer uma campanha sem windbanner. Além de gerar poluição visual, esse tipo de material já vem sendo proibido em alguns locais.

Como deputado estadual, vou articular um projeto junto com deputados federais para proibir o uso de windbanners em campanhas eleitorais.

Eleição não deve ser uma disputa de quem consegue colocar mais material na rua. Tem que ser uma disputa de ideias, propostas e trabalho. Menos poluição visual, mais igualdade na campanha.

Gestão públicaResponsabilidade e portas abertas

14

Gabinete aberto à população

Meu gabinete será aberto às comunidades, aos municípios, aos profissionais, às entidades e aos empreendedores.

A população terá um canal para apresentar problemas, acompanhar demandas e cobrar respostas.

Quero ter dias e horários definidos para receber as pessoas, ouvir as necessidades e acompanhar os encaminhamentos.

15

Registro de ponto para todos os servidores públicos estaduais

Vou defender o registro de ponto para todos os servidores públicos estaduais.

Quem recebe recursos públicos precisa seguir regras claras de responsabilidade, controle e transparência.

EducaçãoProteção para professores e estudantes

16

Câmeras peitorais para proteger professores e estudantes

Quero criar um programa-piloto de câmeras peitorais, com gravação de áudio e vídeo, usadas pelos professores para aumentar a segurança e ajudar a esclarecer ameaças, agressões, denúncias e outras ocorrências graves dentro da escola.

A proposta não é vigiar a aula nem interferir no trabalho pedagógico. As gravações terão registro das consultas e nenhuma transmissão pública, respeitando a privacidade e a proteção de dados.

A implantação deverá ser construída com a comunidade escolar, começando por um projeto-piloto e com avaliação dos resultados. O objetivo é proteger professores e estudantes, esclarecer os fatos e nunca expor ninguém.

Meu jeito de trabalhar

Ouvir, definir prioridades e acompanhar até a solução

Acredito que toda política pública precisa começar por um problema real. Meu mandato será guiado por cinco compromissos:

  1. 01ouvir antes de decidir;
  2. 02explicar os problemas em linguagem clara;
  3. 03escolher prioridades possíveis;
  4. 04acompanhar o recurso até a entrega;
  5. 05prestar contas do trabalho realizado.

Não vou prometer perfeição. Vou oferecer trabalho, organização, responsabilidade e acompanhamento.

Experiência só faz sentido quando ajuda a encontrar uma solução.

Martin Kalkmann conversando com moradores em uma roda de conversa
Retrato de Martin Kalkmann

Vamos cuidar do Rio Grande juntos

A verdadeira mudança acontece na vida das pessoas

Minha história começou cuidando de uma pessoa de cada vez.

Depois, assumi a responsabilidade de administrar uma cidade inteira.

Agora, escolhido por Marcel para um novo desafio, quero usar essa experiência para ajudar a cuidar do Rio Grande.

Se você também acredita em mais saúde, boa gestão, municípios fortes, liberdade para trabalhar e respeito ao dinheiro das pessoas, quero contar com você nessa caminhada.

Contatos

Vamos conversar?

Quero ouvir os problemas da sua cidade, conhecer boas ideias e construir um mandato próximo das pessoas.

WhatsApp oficial da campanha

(51) 9962-7965

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